O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 125 bilhões no primeiro semestre de 2026 — alta de 24,37% sobre os R$ 100,5 bilhões do mesmo período do ano passado. Entre janeiro e junho foram 242 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 517. A projeção é encerrar o ano acima de R$ 260 bilhões e 460 milhões de pedidos.

Mais pedido é mais operação

O número que interessa ao vendedor não é só o faturamento do setor: são os 242 milhões de pedidos. Cada pedido é uma nota fiscal para emitir, uma etiqueta para imprimir, um estoque para baixar e um prazo para cumprir — e o crescimento de 24% significa que a operação de quem vende cresce na mesma proporção, com a mesma equipe.

É aí que a automação separa quem escala de quem trava: a NF-e automática tira a emissão da rotina manual, e o ERP para marketplace mantém pedidos e estoque de todos os canais em um painel só, sem retrabalho de planilha.

Fonte: E-Commerce Brasil, com dados do setor.

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