A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou a medida preventiva que impedia que marketplaces de comércio online e delivery, as plataformas online-to-offline (O2O), venderem no Brasil remédios. Publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, 10, a decisão é uma continuação da ação tomada na semana passada que flexibiliza a comercialização de medicamentos no digital.
A Anvisa liberou o comércio para: Americanas; iFood; Mercado Livre e Rappi. As regras são as mesmas que aquelas impostas para Shopee, são elas:
- Comercialização em canais digitais e plataformas de comércio eletrônico por farmácias e drogarias regularmente licenciadas para fins de logística e entrega ao consumidor, observada a regulamentação sanitária aplicável;
- Comercializar quaisquer medicamentos, desde que estejam registrados e adequados às regras sanitárias do regulador;
- A entrega só pode ser feita após pagamento e transportado do balcão de atendimento da farmácia até o local de pagamento em embalagem lacrada, inviolável e identificável.
As resoluções (uma para cada empresa) que liberam a venda de medicamentos por essas companhias estão baseadas na entrada da lei 15.327/2026, que alterou a lei de Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos (5.991/1973).
Fonte: Mobile Time.
A liberação da venda de medicamentos em marketplaces como iFood e Mercado Livre pode impactar diretamente os vendedores dessas plataformas. Agora, eles podem oferecer uma variedade maior de produtos aos clientes, o que pode aumentar as vendas. No entanto, é importante seguir as regras estabelecidas pela Anvisa para evitar problemas com a autoridade sanitária.
Para aproveitar essa novidade e manter tudo em ordem, os vendedores devem considerar utilizar um ERP para marketplace. O ERP pode ajudá-los a gerenciar seus estoques, preços e entregas de forma eficiente. Além disso, ele também pode integrar com as plataformas de delivery, como iFood, facilitando o processo de venda.